Mariangela Machado
Diretora de Associações e Bairros Planejados do Secovi-SP, gestora da AELO e coordenadora do GPARSOLO.
- Atuação
- Estruturação e gestão de associações, condomínios e bairros planejados
- Institucional
- Secovi-SP · AELO · ADIT Brasil · IBRADIM · GPARSOLO
- Docência
- Universidade Secovi · IBRADIM · ESA/OAB-SP
- Na obra
- Autora do capítulo 21
Mariangela Machado é diretora de Associações e Bairros Planejados do Secovi-SP e gestora da AELO — Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano. É conselheira da ADIT Brasil e membro do IBRADIM, atuando junto à Comissão de Loteamentos e Bairros Planejados.
É coordenadora e docente nos cursos de Loteamentos da Universidade Secovi e do IBRADIM, e docente no curso de Especialização em Negócios Imobiliários da ESA — Escola Superior de Advocacia da OAB-SP. Detém o título de especialista e é coordenadora do GPARSOLO (Gestores de Parcelamento do Solo).
É diretora da Focus Trading Desenvolvimento Urbano e Gestão, que assessora loteadores e associações na estruturação e na revisão de entidades civis — fundação, constituição, registro, legalização, regularização e reforma de instrumentos associativos —, em convenções condominiais e na realização de eventos e treinamentos imobiliários.
É coautora dos livros Comunidades Planejadas, da ADIT Brasil, e Loteamento e Condomínio de Lotes, do IBRADIM, além de coparticipante na elaboração do Manual de Bairros Planejados — Como construir uma cidade para as pessoas, da ADIT Brasil.
Contribuição em Loteando uma Gleba
Capítulo 21 — Associação como ativo de valor para projetos imobiliários
O capítulo trata a associação de moradores não como uma formalidade posterior à entrega, mas como um ativo que preserva — ou destrói — valor ao longo de décadas. Percorre a legislação aplicável, a estrutura de uma associação, os critérios de legalidade e regularidade, o momento adequado para constituí-la, a formatação do estatuto social e dos regulamentos internos.
Aborda também as diferenças de gestão entre condomínios — de lotes ou edilícios — e associações de loteamentos, núcleos urbanos e bairros planejados; a discussão sobre a obrigatoriedade da taxa de contribuição associativa após o julgamento do RE 695.911 (Tema 492) pelo STF, com recomendações práticas; o papel das associações na vida urbana dos municípios; o comportamento social dos movimentos NIMBY e YIMBY; e as responsabilidades ambientais, sociais e de governança.
Associação como ativo de valor →
Temas de especialidade
Loteando uma Gleba
Os 23 capítulos percorrem todo o ciclo do parcelamento do solo urbano — da prospecção da gleba à comercialização dos lotes e suas estruturas de financiamento.
Fale com Mariangela
Se você quiser entrar em contato com qualquer um dos autores, envie um e-mail e nós fazemos a conexão.